Informativo de Junho, Julho e Agosto de 2014

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INFORMATIVO JANEIRO_FEVEREIRO 2014

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Informativo IMDS: Novembro – Dezembro 2013

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Informativo IMDS: Jullho – Agosto 2013

JULHO - AGOSTO 2013

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Informativo IMDS _ Junho & Julho

Informativo IMDS _ Junho $ Julho

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Protegendo Nossa Primeira Infância

O Programa de Liderança Executiva em Desenvolvimento da Primeira Infância, do qual participa a Diretora Executiva do IMDS, Paula Baggio,  tem como objetivo provocar o diálogo em termos da ciência do desenvolvimento da primeira infância com políticos e gestores públicos dos países em desenvolvimento.  O programa iniciou-se com um curso de liderança executiva na Universidade de Harvard, em Cambridge, Massachusets, nos EUA e terminou dia 23 de junho com um workshop no Instituto de Ensino e Pesquisa – Insper – em São Paulo.

PROTEGENDO NOSSAS CRIANÇAS2

Conheça o projeto do IMDS:

PLANO DE AÇÃO

PROTEGENDO NOSSA PRIMEIRA INFÂNCIA

1. Participantes do grupo: Maria Angélica Nogueira, Gerência do Programa de Saúde da Criança da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro e Paula Baggio, Instituto Marquês de Salamanca do Rio de Janeiro.

Orientadora: Anna Chiesa

2. Descrição da Situação:

Os conceitos básicos estabelecidos após décadas de pesquisa em neurociência ilustram porque o desenvolvimento infantil, em particular do nascimento aos cinco anos, é a base para uma sociedade próspera e sustentável. Quando sistemas biológicos em desenvolvimento são fortalecidos por experiências iniciais positivas, é mais provável que as crianças se transformem em adultos saudáveis. Perturbações de desenvolvimento ou biológicas durante o período pré-natal e os primeiros anos de vida podem levar ao enfraquecimento de várias respostas fisiológicas, vulnerabilidade a deficiências de saúde e alteração da arquitetura cerebral (Center On The Developing Child at Harvard University, 2010).

De acordo com Shonkoff (2011), se as políticas e as práticas relacionadas à primeira infância prestassem mais atenção em proteger crianças das consequências no neurodesenvolvimento do stress tóxico, cientistas, médicos e legisladores poderiam trabalhar juntos para planejar e testar novas intervenções criativas que combinam o estímulo cognitivo e linguístico com as interações que suavizam os efeitos prejudiciais das adversidades negativas, começando o mais cedo possível e continuando na pré-escola.

Os maus-tratos nos primeiros anos de vida podem ser particularmente danosos, devido à vulnerabilidade das crianças pequenas e ao fato de que os primeiros anos de vida caracterizam-se por crescimento neurobiológico e psicológico mais rápido do que os anos subsequentes. Maus-tratos na infância constituem uma ameaça significativa para o desenvolvimento saudável da criança e um rompimento em relações que deveriam oferecer proteção e promover o cuidado para a criança e podem resultar em apegos inseguros com os cuidadores, que são transferidos para relações futuras. As famílias são o contexto principal no qual as crianças aprendem que tipos de comportamentos sociais devem esperar dos outros assim como interpretar e enviar sinais emocionais para os outros. Em famílias que praticam maus-tratos, as crianças estão expostas a formas desajustadas de comunicação e de comportamento emocional e recebem modelos deficientes de autorregulação adaptativa (Pollack, 2011).

Crianças pequenas dependem de suas funções executivas em processo de desenvolvimento, para ajudá-las enquanto elas aprendem a ler e escrever, a memorizar passos para resolver problemas de aritmética, a fazer parte de discussões em casa ou projetos em grupo. Entre cientistas que estudam tais funções, três dimensões são frequentemente destacadas: memória de trabalho, controle inibitório e flexibilidade cognitiva ou mental. Ambientes adversos resultantes de negligência, abuso e/ou exposição à violência podem prejudicar o desenvolvimento de habilidades de função executiva como resultado do stress tóxico sobre o desenvolvimento da arquitetura do cérebro (Center On The Developing Child at Harvard University, 2011).

Barnett (1997, apud Maia & Williams) afirma que nenhum fator de risco tem uma associação mais forte com a psicopatologia do desenvolvimento do que uma criança maltratada. As sequelas dos maus-tratos infantis abrangem grande variedade de domínios do desenvolvimento, incluindo as áreas da cognição, linguagem, desempenho acadêmico e desempenho sócio-emocional. As crianças maltratadas, geralmente, apresentam déficit em suas habilidades de regular afeto e no comportamento em geral.

Diariamente, crianças vêm sendo submetidas, em seus próprios lares, a condições adversas, o que refletirá em prejuízos para o seu desenvolvimento.

Os maus-tratos na infância podem ser agrupados em quatro categorias principais: abuso físico, abuso sexual, abuso emocional e negligência.

Nos Estados Unidos, os custos de serviços médicos, legais, educacionais e de bem-estar da criança relacionados a maus-tratos são estimados em US$94 bilhões por ano (Wolfe, 2011).

É possível estimar que, no Brasil, aproximadamente 600 mil crianças e adolescentes são vítimas de diversas formas de abuso e negligência geralmente intrafamiliar, o que representa 68 por hora ou 1 por minuto (Gabatz, et al, 2010).

No município do Rio de Janeiro, a negligência foi a forma de maus-tratos mais notificada pelos profissionais da rede de saúde, no período de 2002 a 2009, sendo que do total de casos notificados, incluindo também abuso físico, sexual e psicológico nesse mesmo período, 21% das crianças tinham menos de 1 ano de idade, 41% entre 1 a 4 anos, ou seja, 62% tinham menos de 5 anos de idade (Organista & Nogueira, 2012).

Os maus-tratos infantis ocorrem em todas as classes sociais, no entanto a pobreza e o stress ambiental aumentam a probabilidade de sua ocorrência.

Segundo Nogueira, M.A (1991), diversos estudos mostram que existem circunstâncias ou fatores que estão associados às situações de maus tratos na infância. São circunstâncias ou fatores de risco relacionados aos pais/ família e/ou a própria criança, alguns exemplos: pais vítimas de maus-tratos na infância; famílias com dificuldades socioeconômicas e/ou isolamento social e falta de apoio social; pais com problemas conjugais, pais separados, pais solteiros, pais portadores de doenças crônicas; uso de álcool e drogas; gravidez não desejada; gravidez na adolescência; separação da criança depois do parto; criança prematura e com baixo peso ao nascer; criança portadora de deficiência física ou mental. Existem ainda situações desencadeadoras que podem contribuir para incidentes de maus-tratos, como o choro e o treino no uso do banheiro.

Paralelamente aos fatores de risco, existem os fatores de proteção, que podem ser definidos como influências que melhoram ou alteram a resposta dos indivíduos a ambientes hostis, que predispõe a consequências mal adaptativas. Estão relacionados à atributos da criança como exemplos, autonomia, auto-estima, preferências, dentre outros e à fontes de apoio individual ou institucional disponíveis para a criança e a família como exemplos, relacionamento da criança com pares e pessoas de fora da família, suporte cultural, atendimento individual médico ou psicológico (Maia & Williams, 2005).

Em um estudo de follow-up realizado em Israel, comparou-se um grupo de crianças vítimas de maus-tratos que sobreviveu ao trauma sem maiores consequências, com outro grupo de crianças também vítimas de maus-tratos, mas que após quatorze anos apresentou graves problemas psicológicos. As crianças do primeiro grupo apresentavam as seguintes características: autoestima elevada, desempenho escolar acima da média, tinham suporte de uma pessoa de fora da família. Dentre as variáveis principais que distinguiam os dois grupos, destacam-se fatalismo e esperança/fantasia. Fatalismo é uma característica de muitas crianças vítimas de maus-tratos. A criança sente que não pode fazer nada para mudar seu destino e que não adianta lutar. As crianças do primeiro grupo não apresentavam esta característica. A outra variável, ou seja, a existência de esperança manifestada na forma de fantasia, pouco citada na literatura, foi observada com frequência no primeiro grupo. Um exemplo dessa característica é o relato de uma menina, que sofria severo abuso físico, que dizia não saber se estaria viva no dia seguinte, mas quando chegava à noite ficava horas na janela e se imaginava entrando nas ruas iluminadas de Nova York (Zimrin, 1986 apud Nogueira).

Os fatores de proteção promovem a resiliência que é compreendida como a capacidade de superar adversidades e de lidar positivamente com situações difíceis, como por exemplo, as de violência, que têm alto potencial de produzir muito sofrimento. Com a evolução das pesquisas, descobriu-se que o potencial de resiliência está presente no desenvolvimento de todo ser humano, pode se desenvolver no decorrer da vida e de que mais do que um atributo inato, o ambiente pode ser facilitador da promoção da resiliência. Portanto, é importante que seja incentivado e reforçado desde a infância (Ministério da Saúde, 2010).

Logo, uma estratégia de prevenção dos maus-tratos infantis passa não só pela identificação dos fatores de risco, mas também pela identificação dos fatores de proteção e deve envolver uma rede institucional ou comunitária.

O presente plano de ação se apresenta como um plano piloto intersetorial de prevenção dos maus-tratos infantis, envolvendo o Instituto Marquês de Salamanca (IMDS) e o Centro Municipal de Saúde Ernani Agrícola (CMSEA), ambos localizados no bairro de Santa Teresa, serviços de assistência social local, a Gerência de Programa de Saúde da Criança da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS/RJ), o Núcleo de Saúde na Escola e na Creche (NSEC) da área programática 1.0, onde está localizado o IMDS e o CMSEA, e ainda o Grupo Articulador de Promoção da Solidariedade e Prevenção das Violências da Coordenação de Atenção Primária (CAP 1.0) da SMS/RJ.

O bairro de Santa Teresa ocupa uma área de 521,94 ha na região Central do Rio de Janeiro e sua população residente é de 40.926 habitantes (Censo 2010-IBGE). Santa Teresa por se situar numa região central da cidade e apresentar como peculiaridade as encostas, propicia o surgimento das favelas. Atualmente existem oito localidades formalmente consideradas pelo IBGE como favelas.

O Instituto Marquês de Salamanca, foi fundado em 1997 para atender as comunidades de Santa Teresa. O IMDS desenvolve o Programa Espaço Educacional Cantinho Feliz que atende a 100 crianças na faixa etária entre 2 e 6 anos de idade, das comunidades de baixa renda e oferece para as suas famílias cursos de capacitação técnica em bordado e costura, informática, encontros de educação e saúde, dentre outras atividades (Relatório Anual, 2011).

O Centro Municipal de Saúde Ernani Agrícola é uma unidade de saúde pública primária, inserida em uma rede de atenção à saúde da SMS/RJ. Caracteriza-se, conforme as diretrizes da Carteira de Serviços da Subsecretaria de Atenção Primária, Vigilância e Promoção de Saúde (SUBPAV), como uma unidade mista do tipo B, já que parte do seu território de abrangência possui cobertura de duas equipes de saúde da família (Regimento Interno do CMSEA, 2013).

A estratégia deste plano piloto é integrar os profissionais dessas instituições e serviços para que possam atuar juntamente na prevenção dos maus-tratos infantis. O público alvo são as 100 crianças que frequentam a Creche Cantinho Feliz e suas famílias.

   
   

3. Objetivo Geral:

Minimizar os fatores de risco e potencializar os fatores de proteção, visando à prevenção dos maus-tratos, de forma a contribuir para o desenvolvimento saudável das 100 crianças da Creche Cantinho Feliz.

 

4. Objetivos Específicos:

1-Dar visibilidade à questão dos maus-tratos infantis, através da sensibilização dos profissionais da educação, da saúde e da assistência social.

2-Promover a integração dos profissionais da educação, saúde e assistência social para o desenvolvimento do plano.

3-Treinar os profissionais acerca da prevenção dos maus-tratos através da identificação dos fatores de risco e de proteção.

4-Identificar fatores de risco e de proteção relacionados a cada criança e sua família.

5-Desenvolver ações de prevenção dos maus-tratos direcionadas para cada criança e sua família.

6-Divulgar o resultado deste plano piloto, visando sensibilizar os diferentes profissionais que trabalham com a Primeira Infância.

5. Atividades:

1-Realização de oficina e treinamentos com disponibilização de materiais (vídeos, cartilhas, dentre outros) para os profissionais da educação, saúde e assistência social.

2-Análise dos resultados da avaliação do desenvolvimento das 100 crianças, realizada a partir da ficha de avaliação do desenvolvimento psicossocial da creche e do instrumento de vigilância do desenvolvimento da caderneta de saúde da criança.

3-Análise das outras informações relevantes, tais como, dados da gravidez, parto, puerpério e nascimento, vigilância do crescimento, amamentação, perfil sócioeconômico, contidas na caderneta de saúde da criança e no prontuário da criança e nas fichas de anamnese, de perfil socioeconômico e de matrícula da creche.

4-Construção de um roteiro com questões a serem observadas na interação das 100 crianças e suas famílias, através de visitas domiciliares e de atividades realizadas na creche.

5-Elaboração de um relatório para cada criança e sua família pontuando os fatores de risco e de proteção identificados.

6-Construção de um plano de trabalho para cada criança/família.

7-Construção e realização de entrevistas semi-estruturadas com uma amostra de pais das crianças e profissionais da educação, saúde e assistência social envolvidos no plano.

8-Elaboração de material didático com os resultados e conclusões do desenvolvimento do plano piloto.

6. Metas e Cronograma Inicial:

1-100% dos profissionais envolvidos no desenvolvimento do plano, sensibilizados e treinados, de junho até setembro de 2013.

2-Visitas domiciliares e/ou atividades na creche com as 100 famílias, de outubro de 2013 até março de 2014.

3-100 relatórios relativos a cada criança e sua família, abril e maio de 2014.

4-100 planos de trabalho construídos e desenvolvidos para cada criança e sua família, de junho até setembro de 2014.

5-Entrevistas de avaliação realizadas com os pais das crianças e profissionais, de outubro a dezembro de 2014.

6- Material didático construído e divulgado no primeiro semestre de 2015.

7. Avaliação:

O Plano de Ação será avaliado a partir da análise de entrevistas que serão realizadas com uma amostra de pais das crianças e profissionais da educação, saúde e assistência social envolvidos no desenvolvimento do plano.

Trata-se de uma avaliação qualitativa e será utilizada a técnica de entrevista semi-estruturada que combina perguntas fechadas (ou estruturadas) e abertas, onde o entrevistado tem maior liberdade para falar sobre o tema, podendo enfatizar e comentar os aspectos que ele próprio escolher.

Esta modalidade de entrevista mostra-se ideal quando se trata de apreender sistemas de valores, de normas e de representações de determinado grupo social, ou quando se trata de compreender relações interpessoais ou institucionais. Possibilita a descrição de casos individuais, além da compreensão das especificidades culturais dos grupos e, ao mesmo tempo, a comparabilidade de diversos casos (Minayo, 1992). 

8.Referências Bibliográficas:

CENTER ON THE DEVELOPING CHILD AT HARVARD UNIVERSITY (2010). The Foundations of Health are Built in Early Childhood. Disponível em: http://www.developingchild.harvard.edu

CENTER ON THE DEVELOPING CHILD AT HARVARD UNIVERSITY (2011). Construindo o Sistema de “Controle de Tráfego Aéreo”: Como Experiências Precoces Modelam o Desenvolvimento da Função Executiva.

CENTER ON THE DEVELOPING CHILD AT HARVARD UNIVERSITY & NÚCLEO CIÊNCIA PELA INFÂNCIA. Vídeos Super Cérebro, As experiências moldam a arquitetura do cérebro, Os jogos de ação e reação modela o circuito do cérebro, O stress tóxico prejudica o desenvolvimento saudável. Disponível em: www.ncpi.org.br

GABATZ, Ruth I. B. et al. (2010).  O Significado de Cuidado para Crianças Vítimas de Violência Intrafamiliar. In: Escola Anna Nery Rev Enfem, jan-mar; 14(1): 135-42.

INSTITUTO MARQUÊS DE SALAMANCA. Fichas de avaliação do desenvolvimento psicossocial, de anamnese, do perfil socioeconômico e de matrícula.

MAIA, Joviane M.D. & WILLIAMS, Lucia C.A. (2005). Fatores de risco e fatores de proteção ao desenvolvimento infantil. In: Temas em Psicologia, vol.13, nº2, 91-103.

MINAYO, Maria Cecília de S. (1992). O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo e Rio de Janeiro: Hucitec e Abrasco.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (2010). Linha de Cuidado para a Atenção Integral à Saúde de Crianças, Adolescentes e suas Famílias em Situação de Violências: Orientação para Gestores e Profissionais da Saúde, Brasília: 104p.

MINISTÉRIO DA SAÚDE (2013). Caderneta de Saúde da Criança. 8ª edição.

NOGUEIRA, Maria Angélica (1991). Early identification of potential or actual child abuse and neglect.  Tese de Mestrado em Saúde Pública. Universidade Católica de Leuven, Bélgica.

ORGANISTA, Raissa R. & NOGUEIRA, Maria Angélica (2012). Violência contra crianças: estudo do perfil das notificações da rede de saúde no município do Rio de Janeiro no período de 2002 a 2009. Artigo de Conclusão de Estágio de Acadêmico Bolsista do Município do Rio de Janeiro.

POLLAK, Seth (2011). O Impacto de Maus-tratos na Infância sobre o Desenvolvimento Psicossocial de Crianças Pequenas. In: Tremblay R.E., Boivin M.Peters RDeV, eds. Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância (on line). Montreal, Quebec: Centre of Excellence for Early Childhhood Development; 1-6.Disponível em: http://www.enciclopedia-crianca.com/documents/PollakPRTxp1.pdf

REGIMENTO INTERNO DO CENTRO MUNICIPAL DE SAÚDE ERNANI AGRÍCOLA-XXII RA (2013), 28p.

RELATÓRIO ANUAL 2011 TODAS AS CORES DO FUTURO. Instituto Marquês de Salamanca, 40p.

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO (2011). Cartilha Protegendo Nossas Crianças e Adolescentes. Rio de Janeiro, 28p.

SHONHOFF, Jack P. (2011). Proteger Cérebros, Não Simplesmente Estimular Mentes. In: Science, vol.333, 19 de agosto.

WOLFE, David A. (2011). Serviços e programas comprovadamente efetivos na prevenção de maus-tratos na infância e seus impactos sobre o desenvolvimento social e emocional de crianças pequenas (0-5). In: Tremblay R.E., Boivin M.Peters RDeV, eds. Enciclopédia sobre o Desenvolvimento na Primeira Infância (on line). Montreal, Quebec: Centre of Excellence for Early Childhhood Development; 1-5.

Disponível em: http://www.enciclopedia-crianca.com/documents/WolfePRTxp1.pdf

Disponível em: http://www.enciclopedia-crianca.com/documents/WolfePRTxp1.pdf

 

 

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Informativo IMDS_ Março/Abril 2013

INFORMATIVO MARÇO_ABRIL 2013.2

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